Paula Coradi, presidente nacional do PSOL, afirmou nesta segunda-feira, 27, que não há plano B para a vaga de Senado em São Paulo além da candidatura de Marina Silva, da Rede. A declaração ocorre em meio à disputa pela segunda vaga na chapa da federação PSOL-Rede.
Ela ressaltou que a federação tem quatro vagas e que há espaço para todas as forças, mas ainda não houve o acerto final. A construção do acordo depende de conversas em andamento entre as lideranças.
O comentário foi feito durante um jantar em São Paulo promovido pelo grupo Esfera Brasil. Estiveram presentes Renata Abreu, do Podemos, e Ciro Nogueira, do PP, além de membros do PSOL.
Contexto da disputa
A chapa também envolve Márcio França, do PSB, como possibilidade de Senado, enquanto Simone Tebet, do PSB, já sinalizou interesse na vaga. França já cogitou governar o estado, mas houve recuo para mirar a Casa Alta.
Os desdobramentos também são acompanhados por lideranças do PT, que avaliam que Haddad pode definir a composição da frente. A prática funciona sob o objetivo de consolidar apoio em diversas legendas.
Caminhos e interlocutores
A direção do PSOL, conforme informou Coradi, continua fortalecendo o diálogo para fechar a composição. A expectativa é fechar o entendimento que garanta a eleição de Marina Silva ao Senado, mantendo o foco da federação na missão compartilhada.
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