Luciana Novaes, vereadora eleita do Rio de Janeiro, morreu após ter o protocolo de morte cerebral confirmado na noite de segunda-feira, 27. A Câmara Municipal confirmou a morte e divulgou nota de pesar. O prefeito Eduardo Cavaliere decretou luto oficial pela parlamentar.
Luciana estava internada desde dezembro devido a uma série de complicações de saúde que tiveram início após uma fratura no ombro. Assistente social, ela ficou tetraplégica em 2003 após ser atingida por uma bala perdida no campus da Estácio, no Rio Comprido, zona norte.
A vereadora ficou conhecida por defender pessoas com deficiência, idosos e populações em vulnerabilidade. O presidente da Câmara, Carlo Caiado, disse que Luciana transformou a dor em propósito, destacando sua trajetória como exemplo de luta e coragem.
Trajetória
Luciana Novaes foi eleita com pautas sociais voltadas a inclusão e apoio a grupos vulneráveis. A família e correligionários lamentam a perda e ressaltam o legado de atuação nesta área, segundo informações da Câmara Municipal.
Contexto institucional
A Câmara Municipal e a prefeitura destacaram, em comunicados separados, o trabalho de Luciana na defesa de direitos e serviços para pessoas com deficiência, idosos e comunidades em situação de vulnerabilidade. A/outras informações sobre o estado de saúde não foram divulgadas pela gestão.
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