Dois momentos antes da divulgação dos números, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, conversou com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner. O tema foi a votação da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
A votação terminou 42 votos contra 34, com a rejeição da nomeação do advogado-geral da União. A maioria simples de 41 votos era suficiente para aprovar Messias; o plenário decidiu pela rejeição.
Alcolumbre afirmou, por meio de sua assessoria, que a fala sobre o resultado refletia apenas a opinião do senador e não uma posição oficial da Casa. A assessoria ressaltou que o parlamentar tem experiência em votações.
Desdobramentos e contexto político
A rejeição gerou reação entre aliados do governo, que passaram a discutir possíveis desdobramentos políticos. Há menções a estratégias para reduzir a influência de blocos ligados ao presidente do Senado, especialmente em estados de atuação do parlamentar.
O episódio marca uma derrota expressiva para o governo de Lula no Senado, algo incomum na história recente, e pode influenciar a condução de futuras indicações. A história envolve a relação entre o Palácio do Planalto e a presidência da Casa.
Entre na conversa da comunidade