O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF reflete uma aliança entre bolsonarismo e chantagem política. Ele descreveu o episódio como inédito desde 1894, quando houve falha semelhante na escolha para a Corte.
O placar foi de 42 votos contrários e 34 favoráveis, interrompendo a aposta de Messias na vaga aberta pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Resta ao presidente Lula decidir se mantém o nome apresentado ou se envia outra indicação ao Senado.
A Comissão de Constituição e Justiça aprovou Messias por 16 a 11, após sabatina de 8 horas. No plenário, foram aprovadas ainda indicações para o TST e para a Defensoria Pública da União, além de nomes para o CNJ e o CNMP.
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