Jorge Messias, Advogado-Geral da União, teve o nome rejeitado pelo Senado para vaga no Supremo Tribunal Federal. A votação ocorreu no plenário, na noite de 29 de abril, em Brasília, encerrando um processo de cinco meses de tramitação. O resultado foi a rejeição à indicação.
Após a decisão, Messias manteve tom sereno e disse ter cumprido seu papel com integridade. Em discurso à imprensa, agradeceu aos senadores pela receptividade e pelos votos, sem criticar a condução do processo, e ressaltou a soberania do plenário.
O ministro afirmou ter enfrentado uma tentativa de desconstrução de sua imagem, com a circulação de informações falsas ao longo dos meses. Mesmo assim, afirmou sair grato pela oportunidade e pela confiança recebida, mantendo a visão de que lutou pelo que considera correto.
Em falas marcadas pela fé, Messias explicou que acredita estar seguindo um propósito maior e que a trajetória dele permanece em andamento. Afirmou que a história não termina ali, indicando continuidade de atuação pública.
Repercussões e próximos passos
Mesmo sem a indicação ao STF, Messias informou que seguirá atento aos desdobramentos políticos e legais envolvendo a questão. O resultado é visto como parte do funcionamento institucional, segundo analistas.
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