Seis estados podem encerrar suas eleições para governadores já no primeiro turno de 2026. As demais unidades federativas seguem com possibilidade de segundo turno, dependendo das alianças e da votação. Os levantamentos indicam favoritismo em diferentes cenários, com variações por cenário de adversários.
São Paulo
Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera com 47,8% na pesquisa mais recente, segundo o Paraná Pesquisas (abril). Considerando a margem de erro de 2,5 p.p., ele pode chegar a 50,3% no primeiro turno.
Rio de Janeiro
Eduardo Paes (PSD) aparece com 34% em cenário com todos os prováveis adversários. Se adversários se desfasarem, o índice pode subir para 39% ou 40%. Mesmo assim, Paes soma vantagem de cerca de 8 p.p. na média com votos válidos.
Ceará
Ciro Gomes (PSDB) figura com 46,6% na última sondagem do Paraná Pesquisas, frente a Elmano de Freitas (PT), com 33,9%. Em votos válidos, a distância sobre os oponentes permanece favorável ao tucano.
Pernambuco
João Campos (PSB) lidera com 42% segundo Genial/Quaest. O avanço dele em relação aos demais pode permitir ultrapassar 50% em votos válidos, dependendo da composição dos indecisos e brancos.
Piauí
Rafael Fonteles (PT) registra mais de 50% em dois cenários do AtlasIntel, divulgados em março. Em um dos cenários, ele soma 57,7% e, no outro, fica com 56%.
Santa Catarina
Jorginho Melo (PL) tem entre 49,4% e 49,9% das intenções de voto, segundo AtlasIntel (abril). A faixa sugere possibilidade de ultrapassar 50% nos votos válidos, com a margem de erro.
Fontes indicam que o cenário de cada estado depende de alianças, indecisos e votos brancos ou nulos. A situação pode mudar conforme ventos políticos locais e nacionais.
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