BRASÍLIA – Aliados do senador Rodrigo Pacheco minimizam a chance de indicação ao STF após a rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado nesta quarta-feira, 29. Com o resultado, Pacheco passa a enxergar a indicação como página virada e foca na disputa pelo governo de Minas Gerais, com ênfase no pleito ou nada.
Pacheco evita confirmar candidatura; afirma que precisa dialogar com lideranças de Minas e com partidos para avaliar o cenário. Caso entre no jogo eleitoral, ele conta com o apoio potencial de Lula, mas busca estruturas políticas sólidas para fortalecer a campanha.
Rodrigo Pacheco era visto como favorito por Alcolumbre para ocupar a vaga na Corte, pela proximidade com a presidência da Câmara e boa relação entre colegas. Mesmo assim, aliados avaliam que a decisão final tende a ficar nas mãos do presidente eleito em outubro, para 2027.
Cenário para Minas e o STF
Senadores de oposição defenderam que Lula se abstenha de indicar um ministro neste momento, citando a proximidade da eleição presidencial. Por outro lado, o pré-candidato Flávio Bolsonaro afirmou que o presidente tem direito constitucional de enviar um nome ao Senado.
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