O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF. O anúncio provocou reação do ministro André Mendonça, que lamentou o resultado e elogiou o indicado, ressaltando qualidades morais e constitucionais que o qualificam para o cargo. Mendonça também afirmou considerar Messias um amigo e manifestou apoio em momentos difíceis.
Mendonça informou ter respeitado o veredito do Senado, mas destacou que o Brasil perde com a não confirmação de um ministro com caráter e integridade. A mensagem foi publicada por meio de redes sociais, sem detalhar novas etapas ou recursos processuais.
Eli Vieira, jornalista, questionou a atuação de Messias quando chefiou a Advocacia-Geral da União, citando supostos casos envolvendo gestos de apoio a práticas abortivas e a criação de um suposto Ministério da Verdade. Vieira cobrou também que Mendonça condene supostas ligações entre STF e outros setores.
Movimentação política envolvendo Moraes
A jornalista Malu Gaspar, do O Globo, informou que a rejeição teria sido articulada politicamente. Segundo ela, o ministro Alexandre de Moraes teria se envolvendo para fortalecer a articulação do senador Davi Alcolumbre contra Messias.
Gaspar afirmou ouvir fontes ligadas ao STF, ao Congresso e a setores políticos que Moraes participou de ações para ampliar votos contrários à indicação. A estratégia, segundo relatos, includiu emissores que dialogaram com senadores com processos no Supremo ou com aliados de Moraes, ampliando o recado contra Messias e representando revés para Mendonça.
Entre na conversa da comunidade