Em Brasília, trabalhadores, aposentados, estudantes e ativistas saíram às ruas no feriado de 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador. A movimentação ocorreu no Eixão do Lazer, no eixo Asa Sul, com atos em várias cidades do país.
A pauta central é o fim da escala 6×1, com redução da jornada sem redução salarial. O movimento ressalta que menos dias de trabalho podem aumentar a produtividade e ampliar o tempo de descanso dos trabalhadores.
A organização foi feita por sete centrais sindicais do Distrito Federal, com apoio de atrações culturais e discursos. O objetivo é manter o foco na defesa de direitos trabalhistas.
Contexto
A ação visa colocar em evidência a necessidade de flexibilizar tarefas para reduzir jornadas exaustivas. Organizações afirmam que a mudança pode ocorrer sem prejuízo à economia.
Participantes
Cleide Gomes, 59 anos, trabaladora com carteira assinada, participou junto de familiares. Ela relembra a atuação anterior como feirante autônoma sem carteira.
Idelfonsa Dantas, trabalhadora informal, defende melhorias para a população e a redução da escala de trabalho. Entre as debatedoras, também estiveram Kelly Lemos e Ellen Rocha, docentes em espera de nomeação.
Reivindicações e debates
Cartazes defendem fim da escala 6×1 para garantir mais tempo livre, autocuidado e convivência familiar. A pauta também inclui valorização de profissionais da educação e avanços em concursos.
Ana Beatriz Oliveira, estagiária, relata melhoria ao adotar 5×2 e cita impactos positivos na saúde e no sono. Ela defende reduzir a carga horária de 44 para 40 horas semanais.
Confronto
O ato registrou tensão entre manifestantes e apoiadores de figuras políticas. A Polícia Militar interveio para conter agressões sem registrar ocorrências graves. O episódio não interrompeu o andamento da manifestação.
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