A campanha de Fernando Haddad (PT) escolheu a pecuarista Teresa Vendramini, conhecida como Teka, como o plano A para a vaga de vice. A formação da chapa é apresentada como tema em articulações internas do desgaste político, com foco em sinalizar abertura ao agronegócio.
Embora Teka tenha recusado sondagens iniciais, aliados de Haddad continuam conversas com ela e mantêm a expectativa de convencê-la a aceitar o convite. As tratativas seguem mantendo discrição por enquanto, sem anúncio oficial.
No começo deste ano, Vendramini se filiou ao PDT, partido que apoiará Haddad, indicando um alinhamento estratégico entre o agronegócio e a candidatura. A ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira é vista como carta capaz de dialogar com esse setor, historicamente cético em relação ao PT em São Paulo.
A ideia, segundo quem acompanha as tratativas, é que a participação de Teka na chapa crie uma ponte similar à função exercida por Geraldo Alckmin na aliança em apoio a Lula. O objetivo é ampliar o espaço de diálogo com investidores e produtores do interior.
Entre na conversa da comunidade