O TSE divulgou dados que apontam para um recorde de eleitores idosos nas eleições de 2026. Hoje, 23,2% dos votantes registrados até março têm 60 anos ou mais, ante 15,3% em 2010, um aumento de 7,9 pontos percentuais.
Entre os idosos, 19,8 milhões têm entre 60 e 69 anos e 16,6 milhões têm 70 anos ou mais. A Constituição Federal não torna mais obrigatório o voto para quem tem 70 anos ou mais, mantendo a facultatividade para esse grupo.
Ao mesmo tempo, o universo de eleitores de 16 a 24 anos vem caindo. Em 2010 eram 24,7 milhões (18,2%), e, até o momento, somam 18,9 milhões (12,0%). O total pode sofrer pequenas oscilações até o fim do prazo para regularização de título.
No Brasil, o voto é facultativo para analfabetos, para eleitores com 70 anos ou mais e para jovens de 16 e 17 anos; já os demais devem votar, com justificativa possível para ausência.
Preferências por idade
As pesquisas indicam que o comportamento por faixa etária varia. Em 2022, jovens tinham maior apoio a Lula do PT do que a Bolsonaro, então candidato. Estudos recentes mostram vantagem menor ou empate entre eleitores até 24 anos em um possível confronto com Bolsonaro. Entre os idosos, há divergência: alguns levantamentos apontam empate, outros indicam leve vantagem para Lula.
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