O Met Gala de 2026, realizado nesta segunda-feira em Nova York, virou palco de protestos contra o poder de grandes bilionários e suas influências políticas. O evento de moda recebe celebridades globais, mas teve um início tumultuado com atos organizados fora do Museu Metropolitano de Arte. Jeff Bezos e Lauren Sánchez Bezos atuam como presidente honorário desta edição, anunciado em fevereiro.
A organização dos protestos ficou a cargo do grupo intitulado Todo Mundo Odeia o Elon, que critica a atuação de grandes fortunas na política. A mobilização levou à circulação de centenas de cartazes pela cidade e a uma ação chamativa dentro do museu. Cerca de 300 garrafas contendo urina falsa foram deixadas em áreas internas, em sinal de denúncia contra a Amazon.
Faixas nas proximidades do tapete vermelho exigiram taxação de fortunas e atacaram a proximidade de Donald Trump com o universo de bilionários dos EUA. Os manifestantes pretendem ampliar a discussão sobre desigualdade econômica durante a cobertura global do evento.
Mesmo diante do clima tenso, o Met Gala manteve a programação para arrecadar fundos para o Costume Institute. O tema deste ano é Costume Art, com o código Fashion is Art, que incentiva peças que mesclam moda e arte. A noite, no entanto, ficou marcada pela presença de mensagens políticas entre o brilho das joias.
O cenário externo contrastou com o desfile de celebridades da música, cinema e esporte. Enquanto os trajes desfilavam no tapete, vozes de ordem e pedidos por mudanças estruturais ecoaram ao redor do local. A cobertura destacou tanto o aspecto artístico quanto as manifestações associadas aos bancos de dados de riqueza.
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