A Polícia Federal cumpriu sete mandados de prisão e 23 de busca e apreensão. A decisão de prender o deputado estadual Thiago Rangel foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, com base em interceptações.
As mensagens interceptadas, registradas em 2022, envolvem intimidação a um crítico do deputado nas redes sociais e referências a violência contra um portão.
Em trechos da investigação, o parlamentar discute uma publicação de crítica ao seu mandato, afirma que pode “dar jeito” na pessoa e cita o envio de uma “surpresa”, após mencionar disparos no portão.
Segundo a PF, as conversas apontam para atos violentos e ameaças envolvendo terceiros, o que motivou a ordem de prisão e as medidas de busca e apreensão feitas nesta ação.
A apuração segue em curso para esclarecer o contexto, a autoria das mensagens e o possível grau de participação do parlamentar nas ameaças.
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