A comissão especial que analisa a PEC da escala 6×1 realizou sua primeira reunião nesta terça-feira (5). O governo avalia o processo com cautela, mantendo a possibilidade de agir caso haja alterações no texto na Câmara.
A agenda do Planalto segue com um “plano B”: a defesa de um Projeto de Lei em regime de urgência caso o texto sofra mudanças significativas. A estratégia busca manter controle sobre concessões a sindicatos e interesses do setor produtivo.
O debate envolve atuação de sindicatos patronais e da esquerda, que mobiliza centrais sindicais e lideranças associadas ao movimento que impulsionou a agenda no Rio de Janeiro. Já os patrões tentam reduzir impactos da proposta.
Uma pesquisa Real Time Big Data aponta aprovação de 71% ao fim da escala 6×1, com 26% contrários. O resultado é citado como fator que complica críticas feitas por pré-candidatos à presidência ao tema.
Segundo analista, a aprovação do tema é vista como consenso entre eleitores de diversos cenários. A relação entre o Planalto e o Senado também pesa na decisão sobre eventuais retaliações a atores-chave do Legislativo.
O presidente do Senado sinalizou que pretende tratar o projeto com celeridade, destacando interesse do Congresso em aprová-lo. Em ano eleitoral, a avaliação aponta que a agenda pode ganhar suporte amplo.
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