Um médico nascido na Nigéria, identificado apenas como Paskay, está com o caminho para a residência em medicina interna interrompido após o vencimento do status H-1B no ano passado. O hospital de Filadélfia onde atuava o afastou em fevereiro, após oito meses sem resposta sobre a renovação.
Com isso, pacientes dele foram redistribuídos entre outros profissionais, aumentando a carga de trabalho na unidade. Paskay permanece em casa, sem treinamento suficiente para cumprir as horas exigidas para avançar para uma fellowship em julho.
Ele teme não conseguir fazer os exames de certificação que autorizam a próxima etapa da carreira. Diante da situação, Paskay avalia alternativas fora dos Estados Unidos, incluindo vagas na Austrália, para continuar a carreira médica.
A situação ilustra dificuldades enfrentadas por médicos estrangeiros durante mudanças na política de imigração. Especialistas indicam que atrasos administrativos podem impactar a disponibilidade de médicos em serviços de saúde, especialmente no curto prazo.
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