O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu nesta segunda-feira a natureza técnica da Anvisa diante da suspensão de lotes da marca Ypê. A medida gerou vídeos e acusações de perseguição política em redes sociais, segundo o ministro.
A Anvisa determinou, em 7 de maio, o recolhimento de lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetante da Ypê, com numeração final 1, fabricados pela Química Amparo, em Amparo (SP). A decisão suspendeu fabricação, venda, distribuição e uso dos produtos.
Ação realizada em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e com a Vigilância Sanitária Municipal de Amparo. Padilha ressaltou que o responsável pela decisão foi indicado durante o governo Bolsonaro, Daniel Meirelles, que atuou como assessor e secretário-executivo do MS na época.
Reações e próximos passos
Padilha alertou sobre os riscos de ingerir detergentes e criticou vídeos que circularam no fim de semana. A Ypê recorreu da decisão, e a diretoria da Anvisa se reunirá em 14 de maio para deliberar sobre o caso.
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