O ministro Jorge Messias, chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), terá férias a partir de quarta-feira (13) por duas semanas, com retorno previsto para 25 de maio. A saída ocorre após a rejeição de seu nome para o STF, o que motivou o afastamento temporário das atividades públicas da AGU.
Aliados afirmam que ele conta com a confiança plena do presidente Lula e que é bem avaliado na carreira. Internamente, Messias é visto como alguém que contribuiu para estruturar o órgão e é considerado um bom gestor.
Segundo interlocutores, o objetivo é transferir tarefas rotineiras para integrantes próximos da equipe, para que o ministro possa respirar, refazer planos e decidir seu futuro no governo sem pressões externas.
A ideia é que a AGU continue a funcionar com liderança compartilhada durante a ausência, mantendo foco em coordenação, estratégias jurídicas e diretrizes para a atuação da instituição.
Messias tem dito estar em um “período de silêncio” para avaliar próximos passos, sem pressa para tomar decisões públicas. O presidente Lula, ao saber da indicação rejeitada, pediu que ele não tome decisões precipitadas.
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