O projeto de restauração e pintura da Lincoln Memorial Reflecting Pool, que ficaria em torno de US$ 1,8 milhão segundo o presidente Donald Trump, já tem custo estimado de US$ 13,1 milhões, conforme registros federais. O contrato foi concedido a uma empresa da Virgínia, escolhida sem competição formal.
A obra começou neste fim de semana como parte da estratégia de embelezar a capital dos EUA antes das celebrações de 250 anos da nação. O prazo inicial para a conclusão era de grandes tradições de três anos, com estimativa de gasto bem inferior.
O mergulho no custo mais alto ocorreu após a decisão de não exigir propostas competitivas, com a contratação sendo realizada pela Secretaria do Interior. Registros federais indicam que o contrato total chegou a US$ 6,9 milhões em circunstâncias de dispensa de concorrência.
Controvérsia legal
Uma organização sem fins lucrativos acionou a Justiça para suspender as obras, alegando violação de leis que protegem obras em sítios históricos. A Fundação Cultural de Paisagens argumenta que a renovação altera o caráter histórico da pool.
O processo, que busca interromper os trabalhos, sustenta que a intervenção pode prejudicar valores históricos do local. O grupo reforça que cada dia de contínua pintura e reparos altera o patrimônio público.
Trump já visitou o local para avaliar a situação, destacando que a piscina estava sem funcionamento adequado desde 1922. Ele afirmou, em tom técnico, que encontrou uma forma diferente de realizar a obra, com menor custo, e que os trabalhos deixariam o espaço mais bonito.
A piscina se estende 620 metros entre o Lincoln Memorial e o Monumento de Washington, e há histórico de vazamentos, deterioração estrutural e acúmulo de algas. A equipe envolvida afirma manter foco na restauração, com previsão de conclusão próxima.
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