Donald Trump anunciou nesta segunda-feira, 11, uma nova regra do Departamento do Trabalho para criar um benefício de fertilidade. A medida permitiria que empresas ofereçam suporte financeiro a funcionários que buscam reprodução assistida, fora dos planos de saúde tradicionais.
A regra formaliza a opção de benefício de fertilidade, com o objetivo de facilitar o custeio e o acesso a tratamentos reprodutivos sem depender exclusivamente da cobertura de planos de saúde.
A iniciativa foi apresentada como resposta a debates sobre acesso à fertilização in vitro, citando a atuação de defensores republicanos como a senadora Katie Britt, do Alabama, em defesa do acesso a esses tratamentos.
O governo destacou que há risco de danos ao acesso a tratamentos reprodutivos em estados com decisões judiciais desfavoráveis. Segundo Trump, Britt o alertou sobre inseguranças após uma decisão recente no Alabama.
Integrantes da administração ressaltaram a percepção de crise de fertilidade nos EUA. Mehmet Oz, ao falar no evento, afirmou que um a cada três americanos tem menos filhos do que gostaria e que a taxa de fertilidade está abaixo do nível de reposição.
Oz indicou que a taxa de fertilidade atual está em torno de 1,5 filho por mulher, abaixo dos 2,1 necessários para reposição populacional.
Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde, mencionou o lançamento do site Moms.gov, criado para reunir informações oficiais sobre gravidez, fertilização, cuidados pré e pós-natais, nutrição e fórmula infantil.
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