Um dos fundadores do Novo, o empresário João Amoêdo, criticou Romeu Zema após o ataque feito a Flávio Bolsonaro. Amoêdo deixou a legenda e abriu fogo contra o ex-governador de Minas.
Ele afirmou, em redes sociais, que Zema ficou oito anos sendo submisso ao bolsonarismo e transformou o Novo em linha auxiliar da família. Questionou se houve ignorância ou oportunismo eleitoral.
A crítica surge após Zema afirmar que os brasileiros levaram um tapa na cara com um áudio no qual Flávio Bolsonaro pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. A expressão imperdoável foi usada pelo governador, segundo Amoêdo.
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