O senador Flávio Bolsonaro voltou a ligar o caso do Banco Master ao governo do PT, em uma sequência de publicações e vídeos nas redes. Ele afirmou que sustenta investigações sobre o banco e citou a CPI como objetivo, sem atribuir culpa direta ao governo.
Entre os acontecimentos, Flávio associou o Master a supostas ligações com a cúpula do PT na Bahia e em nível nacional. Ele mencionou o envolvimento de figuras do partido e afirmou que a oposição apoiou a CPI, enquanto a base de Lula foi acusada de resistência.
As declarações incluem períodos entre 7 e 8 de maio de 2026, quando o senador enfatizou que a base governista recusou assinar pedidos de investigação. Ele disse que a oposição assinou, a base preferiu não participar, e destacou a gravidade das denúncias.
Também houve registros de publicações em 5 de maio, 1º de maio e 19 de abril, em que o tema central envolvia o slogan sobre o Pix e o Master, além de críticas à gestão política ligada ao PT. Flávio afirmou que é preciso esclarecer ligações entre o Master e o poder federal.
Ao longo de março e abril, o senador reiterou pedidos de CPI contra autoridades do Poder Judiciário e do governo, defendendo a apuração de supostas vantagens associadas ao Master. Em março, ele já havia sinalizado interesse de expandir a investigação.
Contexto político: as mensagens remontam a uma linha de defesa de oposicionistas de que o caso envolve o governo federal e partidos aliados. Flávio associou o caso a narrativas sobre vantagens políticas e financiamento, sem apresentar provas no texto.
Além disso, houve menção à ligação entre o Master e a alta cúpula do PT Nacional e da Bahia, segundo as publicações. As informações foram veiculadas por meio de mensagens em redes sociais do senador.
As publicações também destacaram relatos de que o PIX seria associado ao governo de Jair Bolsonaro em oposição ao Master, vinculando o banco a Lula, o que gerou repercussão entre parlamentares de direita.
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