Na Faria Lima, o mercado financeiro reagiu a um episódio envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, veiculado na terça-feira. A imagem do político ficou fortemente manchada pelo escrutínio público, segundo fontes do setor.
O clique de tensão nas mesas de operação cedeu espaço à calmaria na sessão de quinta, após o recuo natural de ativos. Investidores estrangeiros teriam visto no recuo uma oportunidade de compra, contribuindo para a estabilização do pregão.
Apesar da virada, agentes locais permanecem cautelosos. A trajetória de curto prazo dos ativos depende das próximas pesquisas eleitorais com foco no candidato Flávio Bolsonaro, que podem alterar o apetite de risco no mercado.
Gestores ressaltam que o desfecho das sondagens tende a guiar movimentos de demanda por ativos locais. Se as pesquisas não piorarem muito, o cenário é considerado menos conturbado; se piorarem, pode haver maior volatilidade.
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