Um relato publicado pelo ministro do STF, Flávio Dino, aponta que uma funcionária de uma companhia aérea afirmou ter vontade de matar o ministro ao ver seu nome em um cartão de embarque. O episódio ocorreu na reação à identificação do ministro durante a viagem.
Dino descreveu o ocorrido nas redes sociais, dizendo que a agressão verbal foi substituída por uma expressão de violência física. Segundo ele, o episódio foi percebido por um agente de polícia judicial presente no embarque.
O ministro destacou que a situação não é apenas pessoal, mas de interesse público. Ele afirmou que casos de ódio político podem representar riscos à segurança de aeroportos, voos e de passageiros em geral.
Além disso, Dino levantou a possibilidade de episódios semelhantes ocorrerem em outros setores. Em sua visão, campanhas de educação cívica nas empresas que lidam com o público podem reduzir tensões durante o período eleitoral.
O relato reforça a importância de manter ambientes de serviço seguros para clientes e trabalhadores. O ministro observou que cada pessoa tem direito às próprias convicções, sem que isso justifique agressões.
Dino ressaltou ainda que a divulgação pública pretende alertar sobre os riscos de disseminação de ódio no cotidiano. Ele defende ações preventivas para evitar que incidentes se disseminem.
Ao final, o ministro pediu que as empresas adotem medidas de educação cívica para promover convivência pacífica, especialmente em um ano eleitoral marcado por tensões políticas.
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