O policial civil e piloto de helicóptero da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), Felipe Marques Monteiro, 45 anos, morreu neste domingo após complicações de um procedimento na prótese craniana para controlar um sangramento.
Ele havia sido baleado em março de 2025, durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, quando o helicóptero em que atuava foi atingido por disparos de criminosos armados com fuzis.
Após meses de internação, Felipe recebeu alta para continuar a recuperação em casa, mas apresentou alterações no quadro clínico e lutou contra uma infecção.
A morte foi confirmada pela esposa do policial, Keidna Marques, em publicação nas redes sociais, que agradeceu as palavras de apoio e disse que o legado dele ficará presente.
O Hospital São Lucas Copacabana informou que Felipe faleceu no início da noite de domingo, devido à falência múltipla dos órgãos.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou nota de pesar, destacando a coragem do policial e a mobilização de familiares, amigos e colegas durante a recuperação.
A Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que Felipe atuava em operações aéreas de apoio à segurança pública e no combate à criminalidade, e que a corporação lamenta profundamente a perda.
A instituição reforçou o compromisso com o enfrentamento às facções criminosas, realizado com responsabilidade e respeito à população fluminense.
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