Na abertura da sessão do STF nesta quarta-feira, o presidente Edson Fachin iniciou o discurso cumprimentando o plenário com um cumprimento dirigido às ministras. O momento gerou a primeira leitura de um tema sensível da Corte.
A ministra Cármen Lúcia respondeu rapidamente, sugerindo que um dia a composição da Suprema Corte estará mais equitativa quanto à presença feminina. Fachin acompanhou a intervenção com concordância.
O episódio evidencia a realidade histórica da Corte, ainda majoritariamente composta por homens. A intervenção funcionou como um recado público sobre a expectativa de maior representatividade feminina nas cadeiras de maior relevância.
A ocasião ocorreu no STF, sob o formato de sessão plenária, com ênfase na necessidade de avanços sutis na trajetória institucional da Justiça brasileira. A discussão foi interpretada como sinal de mudança desejada pelo tribunal.
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