O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva do rapper Mauro Davi dos Sanros Nepomuceno, conhecido como Oruam. A solicitação foi apresentada no dia 5 de maio e tornou pública nesta quarta-feira, 20 de maio, no âmbito de uma ação penal em que ele é réu por disparo de arma de fogo.
Oruam disparou uma espingarda durante uma festa na cidade de Igaratá, no interior paulista, em dezembro de 2024. O ato foi gravado e divulgado nas redes sociais. O artista já havia sido indiciado pela Polícia Civil pelo crime de disparo de arma de fogo, considerado que colocou em risco a integridade de várias pessoas.
Dossiê e desdobramentos
A denúncia do MP, recebida pela Justiça em janeiro deste ano, consolidou Oruam como réu. Entre os argumentos do promotor, está a existência de investigações por lavagem de dinheiro e possível ligação com o Comando Vermelho, além de uma tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de Janeiro.
O promotor sustenta que o rapper permanece foragido, o que compromete a efetividade da jurisdição penal e o cumprimento de eventual decreto condenatório. A defesa ainda não respondeu publicamente sobre o pedido.
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