Foi divulgada uma série de equívocos na campanha do senador Flávio Bolsonaro, do PL, que começou a ganhar contornos em plena semana passada. A revelação envolveu mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, publicada após o dia 13.
Inicialmente, Flávio negou ter se encontrado com Vorcaro. A situação se complicou quando o site Metrópoles revelou que ele visitou o empresário em casa durante a prisão domiciliar.
O destino dos recursos milionários atribuídos a Vorcaro também foi contestado, com versões em disputa sobre eventual uso para custos da campanha e para despesas do irmão Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
Repercussões na campanha e cenários futuros
Nesta semana, o candidato trocou de marqueteiro, transferindo a responsabilidade pelo desgaste para a equipe de comunicação. A mudança não encerra a crise, mas sinaliza tentativa de recalibrar a campanha.
Perdas de apoio já foram registradas entre segmentos do bolsonarismo, como o agronegócio e setores evangélicos. Nesse contexto, surgiram opções de candidatura de nomes como Joaquim Barbosa e Aécio Neves, avaliadas por outras siglas.
Flávio mantém uma janela de recuperação, ainda que estreita. As próximas pesquisas devem indicar se a queda de intenções de voto é contornável ou se há um derretimento maior.
A primeira medida anunciada pelo candidato é interromper a sequência de erros. A análise sobre o futuro da candidatura dependerá dos próximos passos e das avaliações públicas.
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