O governo e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, fecharam acordo para encerrar a escala de trabalho 6×1. Lula da Silva e Motta teriam combinado uma transição rápida, com a jornada reduzindo de 44 para 42 horas em até 60 dias após a aprovação do projeto, chegando a 40 horas semanais em um ano.
Segundo o acordo, a redução gradual poderia ocorrer sem atraso significativo, visando uma adaptação ao novo regime de trabalho. A expectativa é de que a mudança fortaleça a pauta econômica ainda neste governo.
Defensores da medida destacam ganhos de produtividade, enquanto opositores e empresários alertam para possíveis impactos inflacionários e no emprego. Entre as preocupações estão reajustes de preços e o efeito sobre o mercado de trabalho.
Avaliação pública e desdobramentos
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira aponta melhoria na avaliação geral da economia nas últimas semanas. A divulgação não vincula diretamente o acordo à sondagem, mas agrega contexto ao debate político e econômico.
Entre forças políticas, há relatos de diferentes leituras sobre o custo político da medida. Dilma Rousseff, segundo relatos, afirmou que mudanças rápidas podem moldar o cenário eleitoral, mas sem detalhar impactos específicos da reforma.
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