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PF mira Claudio Castro em nova operação sobre fraudes no Master

Operação da PF mira Cláudio Castro em fraudes no Master, podendo impactar suas pretensões eleitorais e as de Douglas Ruas

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O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro foi alvo nesta terça-feira de uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master. A PF cumpre mandados autorizados pela decisão do ministro André Mendonça, do STF, que aponta vínculo pessoal estreito entre Castro e Vorcaro, supostamente ligado aos aportes do Rio Previdência no Master.

A medida é apresentada como um empecilho às pretensões eleitorais de Castro e de Douglas Ruas, presidente da Alerj e pré-candidato ao governo. A repercussão alcança também o cenário político envolto a outros nomes, sem detalhar provas adicionais no momento.

Segundo a linha de investigação, a relação entre as partes teria facilitado movimentações financeiras bilionárias envolvendo o banco. A apuração continua em curso, com a PF buscando novas provas e depoimentos para esclarecer os dois lados.

Desdobramentos políticos

A operação reforça o escrutínio sobre possíveis acordos entre integrantes de diferentes poderes. Líderes tentam manter o diálogo institucional, diante de conflitos que já transcendem o âmbito jurídico. Nomes ligados ao tema passam a ganhar reforço na agenda pública.

A Câmara discute também a PEC que encerra a escala 6×1, com expectativa de relatório na comissão especial e votação em plenário nos próximos dias. O objetivo é reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais em etapas.

Regras trabalhistas e economia

Nesta terça entrou em vigor a nova redação da NR-1, com foco em saúde mental no trabalho. Empresas devem identificar e prevenir riscos psicossociais, com orientação no primeiro ano. Especialistas destacam impactos potenciais em fiscalizações e ações trabalhistas.

Em divergência ministerial, empresários pressionam pela extensão de prazos na transição da nova regra, pedindo maior prazo para adaptação. O debate envolve lideranças do setor produtivo e o governo.

Panorama institucional

O relator da PEC, Leo Prates, apresentou a proposta de reduzir a carga horária em duas etapas: 2 horas já, dois meses após promulgação; o restante em 14 meses. A expectativa é que o texto avance para votação em plenário nos próximos dias.

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