Raquel Lyra voltou a citar o apoio do presidente Lula durante todo o mandato e disse que Pernambuco não tem dono, em discurso em Caruaru. A governadora reforçou parcerias com o governo federal para obras estruturais no estado.
Ela afirmou que o estado precisa de um futuro compartilhado, reforçando que o trabalho é a resposta às críticas da oposição. A decisão de manter o reforço de Lula é apresentada como estratégia de governança, não de vaidade.
A governadora destacou que herdou hegemonia socialista e que agora busca ampliar o arco político de apoio. Caruaru, seu principal reduto eleitoral, foi palco para o recado aos adversários do PSB.
Campanha, alianças e cenários
A composição da chapa de Lyra inclui o pré-candidato ao Senado Túlio Gadelha (PSD), que migrou do PDT para aproximá-la de Lula. Em contrapartida, João Campos mantém alianças com Republicanos e PL.
No plano político, Campos se autodefine como “soldado de Lula”, mas já sinaliza parcerias com partidos de direita. A estratégia busca manter competitividade mesmo com o crescimento da oposição.
Dados de pesquisa apontam que Lyra aparece em segundo lugar, enquanto Campos lidera as intenções de voto. O levantamento do Datafolha indica que Lyra chegou a 61% de aprovação, reduzindo a vantagem do adversário.
Fonte: dados de Datafolha e informações de assessorias de campanha.
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