Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemorou nesta quinta-feira a decisão dos Estados Unidos de classificar o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital) como organizações terroristas. A celebração ocorreu após o pré-candidato retornar de uma viagem aos EUA, onde foi recebido pelo ex-presidente Donald Trump.
O senador compartilhou uma publicação de Marco Rubio, do Departamento de Estado norte-americano, afirmando que as facções são, segundo o governo dos EUA, as mais perigosas do Brasil. Flávio destacou que a medida terá alcance regional.
Antes da viagem, Flávio já havia pedido a Trump que as organizações fossem oficialmente designadas como terroristas. A análise interna de aliados é de que a rotulação pode impactar o cenário político interno, com o objetivo de pressionar o governo de Lula (PT).
A posição do governo brasileiro, que é contrário à classificação no momento, tem sido de cautela. Autoridades avaliam riscos de possíveis intervenções externas no território nacional ou de impactos sobre empresas e o sistema financeiro.
A discussão envolve ainda o interesse de uma postura de segurança nacional dos EUA e a estratégia de desgastar a atuação política de Lula na contemporaneidade. A novidade sinaliza alinhamentos entre o grupo de Flávio e aliados norte-americanos em torno do tema.
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