Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Congresso dos EUA rejeita equiparar facções ao terrorismo antes de decisão

Congresso rejeita equiparar facções criminosas a organizações terroristas; EUA classifica Comando Vermelho e PCC, elevando tensões entre Brasil e Estados Unidos

Plenário do Congresso Nacional (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
0:00
Carregando...
0:00

O Congresso Nacional rejeitou, em fevereiro, a proposta de equiparar facções criminosas a organizações terroristas. A mudança tinha sido incluída no PL Antifacção, mas não foi votada no texto final. O esforço ocorreu após pressão de deputados e da sociedade.

A alteração foi adicionada pelo relator da Câmara, deputado Guilherme Derrite, e retirada antes da votação devido a forte mobilização pública. O projeto acabou aprovado na Câmara por 370 votos a 110 e no Senado, por unanimidade.

A discussão ganhou projeção após o governo dos EUA classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas. A decisão ocorreu após encontro entre Flávio Bolsonaro e o presidente Donald Trump na Casa Branca, em 26 de maio, para tratar de segurança e redes sociais.

Na semana seguinte, o governo brasileiro divulgou um posicionamento crítico à atuação de Bolsonaro pai e filho nos EUA, chamando a viagem de deplorável. O Planalto reiterou que o Brasil combate facções criminosas e que cooperação internacional é bem-vinda, desde que não integre medidas que interfiram na soberania.

Em 12 de maio, o presidente Lula anunciou um plano de combate ao crime organizado, com orçamento de 11,1 bilhões de reais. A proposta depende da adesão de governos estaduais para a implementação, o que pode influenciar os resultados.

Reação e contexto

  • Parlamentares e especialistas destacam que a classificação de facções como terroristas pode trazer impactos legais complexos.
  • A pauta de segurança pública volta a ganhar espaço no cenário eleitoral brasileiro.
  • A gestão Lula sinaliza continuidade na repressão a facções, mas reforça a necessidade de cooperação entre esferas federais e estaduais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais