Após a Polícia Civil de São Paulo cumprir uma operação que envolveu a produtora Go UP Entertainment, o senador Flávio Bolsonaro disse acreditar que parte da ação pode buscar influenciar as eleições, o que ele descreveu como possível perseguição estatal. A Prefeitura de São Paulo também é mencionada no inquérito.
A operação ocorreu em endereços ligados à produtora e na sede da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia, como parte de apurações sobre irregularidades em contrato municipal de wi‑fi. O inquérito envolve o Instituto Conhecer Brasil, ligado a Karina Ferreira da Gama, e a gestão de Ricardo Nunes.
Flávio Bolsonaro criticou a atuação de setores da Polícia Civil, citando a necessidade de apurar a motivação da ação sem transformar o episódio em instrumento eleitoral. O senador também afirmou confiar na gestão municipal, defendendo que tudo foi explicado anteriormente ao caso relacionado ao filme Dark Horse.
A assessoria de Ricardo Nunes sugeriu que a operação poderia ter motivações políticas. Outros pré-candidatos à Presidência, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, não se posicionaram sobre a operação até o momento. O caso segue sob investigação e depende de deslocamentos de contratos e recebimentos de recursos.
Flávio Bolsonaro mencionou que parte da repercussão envolve financiadores do filme e questionou se a ação não serve apenas como cortina de fumaça para problemas estruturais do país, incluindo o histórico de pagamentos de instituições como os Correios. A discussão também tocou em vínculos com figuras públicas ligadas a outras esferas políticas.
A operação, autorizada pela Vara de Garantias do TJ‑SP, é parte de apurações sobre desvios em contratos municipais e o destino de recursos. O governador e o prefeito não participaram diretamente da investigação, mantendo o foco na apuração de legalidade e cumprimento de contratos.
Entre na conversa da comunidade