O presidente da torcida organizada FAR (Força Atleticana Revolucionária), Marcelo Saad, afirmou ao Poder360 que esporte e política caminham juntos. Ele comenta o ato contra a entrega do título de cidadão honorário a Flávio Bolsonaro, marcado para 2 de junho, pela Câmara Municipal de Belo Horizonte.
Segundo Saad, o protesto é aberto ao público, não apenas aos torcedores do Atlético-MG. A mobilização será pacífica e não visa impedir a homenagem, apenas manifestar oposição ao evento.
Até o momento, nenhuma outra torcida organizada aderiu à mobilização. Saad estima cerca de 1.000 participantes, impulsionados pela repercussão nas redes sociais. A defesa da democracia é apontada como base da iniciativa.
Contexto da homenagem
A proposta de conceder o título partiu de integrantes do PL, com o vereador Vile Santos à frente da articulação. A assessoria de Santos informou que a honraria reconhece a trajetória de Flávio Bolsonaro.
Repercussão online
Na rede social X, a atuação da FAR foi recebida com críticas por parte de apoiadores do deputado, que classificam o grupo como adversário à homenagem. O tema gerou debates entre usuários e líderes locais.
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