A Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de investigados no caso que apura um suposto esquema de exploração clandestina de camarote no Morumbi, estádio do São Paulo. A decisão envolve cinco alvos e foi publicada com base em reportagem do ge. A medida visa acessar movimentações financeiras e registros fiscais dos últimos anos.
A Força-Tarefa que conduz as apurações solicitou a quebra de sigilos. Participam promotores do Ministério Público, Tiago Correia, delegado da Polícia Civil, e o grupo trabalha com base em materiais recolhidos em buscas, depoimentos e informações sobre ingressos fornecidos pelo clube.
A investigação, iniciada no fim de 2025, envolve ainda o ex-presidente Julio Casares, a ex-diretora Mara Casares, o ex-diretor das categorias de base Douglas Schwartzmann, o ex-superintendente geral Marcio Carlomagno e a intermediária Rita de Cassia Adriana Prado. A Justiça já considerou elementos obtidos em busca domiciliar.
Contexto do caso
Gravações divulgadas apontaram conversa entre Mara Casares, Schwartzmann e Prado sobre o suposto esquema. Em consequência, Mara Casares e Schwartzmann renunciaram aos cargos no São Paulo. No começo de 2026, o clube promoveu mudanças administrativas e afastou Carlomagno.
Situação atual e desdobramentos
Além da quebra de sigilos, Casares enfrenta outra investigação sobre possível lavagem de dinheiro envolvendo o clube. As apurações permanecem em andamento, com novas informações sujeitas a avaliação pelas autoridades.
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