O movimento Reboot Fifa lança, uma semana antes da Copa do Mundo, uma campanha para apresentar o que promete ser a maior queixa já recebida pela Fifa. A ação exige investigação sobre o presidente Gianni Infantino.
A iniciativa é liderada pela FairSquare, grupo que atua há anos sobre a governança da entidade. A denúncia conta com apoio de ativistas e nomes como o historiador David Goldblatt e a ex-falante Bonita Mersiades, buscando ampliar a pressão pública.
A queixa, que será enviada ao comitê de ética da Fifa após o Mundial, é uma atualização de um documento enviado no fim do ano passado. Os defensores alegam violação de neutralidade política por Infantino em diversas ocasiões.
Entre as propostas do movimento estão auditorias mais rigorosas sobre recursos da Fifa, separação entre funções de governança e operações comerciais, maior transparência e maior diálogo com a imprensa.
Lise Klaveness, presidente da federação de futebol da Noruega, anunciou apoio à ação. Ela informou que a NFF já encaminhou uma carta ao comitê de ética em favor da denúncia e planeja acompanhar o caso após a Copa.
A Fifa foi contatada para comentar. Em relação ao prêmio de paz atribuído a Trump, Infantino afirmou que o reconhecimento é devido a quem contribui para resolver conflitos e salvar vidas, dizendo que manter relação próxima com o presidente é essencial para o sucesso de uma Copa.
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