Pouco menos de uma semana após o anúncio de pré-candidatura, Flávio Bolsonaro participou pela primeira vez da Marcha para Jesus em 2026, em São Paulo. O senador declarou que a política brasileira vive uma guerra espiritual e que o mal deve ser expulso do governo ainda este ano. Ele afirmou que não estava ali como candidato, mas como cristão.
O evento reuniu milhares de pessoas no centro da capital paulista. No trio elétrico principal, estiveram o governador Tarcísio de Freitas, o prefeito Ricardo Nunes, o ministro André Mendonça, o advogado-geral Jorge Messias e deputados aliados. A participação aconteceu em um momento de estratégia junto ao eleitorado evangélico.
Participação de Flávio Bolsonaro e aliados
Tarcísio de Freitas enfatizou tom religioso ao falar de transformação pessoal e de que São Paulo é sob influência de Jesus. A presença de nomes com potencial de candidatura reforça a tentativa de aproximação com um segmento estratégico para as eleições.
A agenda também refletiu a costura política com diferentes poderes. A participação de Flávio ocorre em meio a avaliação de reforçar vínculos com evangélicos, diante de questionamentos sobre sua imagem após revelações financeiras envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e o filme Dark Horse.
Contexto e mobilização
A Marcha para Jesus é mostrada como espaço de mobilização com forte apelo político entre líderes religiosos, artistas gospel e autoridades. Organizadores estimam cerca de 2 milhões de participantes nesta edição, aumentando a exposição de agendas públicas.
A manifestação serve para campanhas eleitorais, abrindo contato direto com uma base que tem peso relevante nas disputas nacionais. Flávio chegou ao evento depois de ausentar-se da edição do Rio de Janeiro, em maio, o que gerou questionamentos entre apoiadores.
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