A cinco meses das eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participou de uma marcha religiosa realizada neste fim de semana. Em uma ligação com o bispo Estevam Hernandes e o advogado-geral da União, Jorge Messias, Lula explicou que não pretende tirar proveito político de questões de fé. Segundo a rede de apoio, o mandatário afirmou que não participa de atividades religiosas em época eleitoral para não passar a impressão de aproveitamento político de algo sagrado.
Durante a ligação, o presidente reiterou sua posição, destacando que a presença em eventos de religião não deve ser vista como suporte à campanha. Em contrapartida, o evento teve a participação de outros políticos, incluindo adversários de Lula, como Flávio Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ambos presentes no ato.
Jorge Messias, em postagem pública, divulgou detalhes sobre a conversa e o acolhimento recebido pelo grupo. Conforme apurado, Messias estava no evento como representante de Lula, ligando a fala presidencial a um posicionamento de neutralidade em temas religiosos durante a campanha.
Gesto de presença e contexto político
- O encontro teve participação de lideranças religiosas e autoridades.
- A posição de Lula contrasta com a presença de adversários no mesmo evento, mostrando a diversidade de atuação política neste período de disputa eleitoral.
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