A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que o governo prioriza o teleatendimento de saúde mental para mulheres. A ideia partiu da demanda da população e já passou por testes em duas cidades.
O projeto piloto foi realizado em Belo Horizonte e em uma cidade do interior de Minas Gerais, com resultados considerados positivos. A iniciativa visa ampliar o acesso, especialmente para quem enfrenta deslocamento difícil.
Segundo Lopes, o teleatendimento atende a uma demanda crescente, agravada por fatores como a pandemia. A ministra enfatizou que a ferramenta é eficaz e acessível, incluindo ações de conscientização.
O governo planeja ampliar o programa para outras regiões, com foco em áreas de difícil acesso. Também haverá fortalecimento da rede de saúde mental por meio de CAPS e maior formação de profissionais.
Parcerias com entidades da sociedade civil e o setor privado estão nos planos para ampliar o alcance. O objetivo é garantir atendimento de qualidade, humano e sem barreiras para as mulheres.
A ministra ressaltou que o cuidado deve ser integral, envolvendo prevenção, tratamento e reinserção social. O teleatendimento é visto como parte de uma estratégia mais ampla de saúde mental.
A expectativa é que a política se torne permanente, mantendo o foco na qualidade e no acesso. Lopes destacou a continuidade das ações para promover equidade de gênero e bem-estar feminino.
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