O político francês Jordan Bardella ganha fôlego na corrida presidencial embora ainda haja quase um ano para as eleições. A popularidade dele subiu para 47% em maio, segundo as sondagens, marcando recorde que pode evoluir.
Segundo os especialistas, o crescimento é atribuído a fatores de crise social e violência após partidas de futebol da Champions League, quando episódios de vandalismo foram observados em várias cidades. Jovens de periferias foram apontados como parte dos acontecimentos.
O partido de Bardella foi criado por Jean‑Marie Le Pen com foco em uma linha dura sobre imigração. Marine Le Pen, mentora dele, enfrenta inelegibilidade por condenação de desvio de verbas. Bardella aparece como uma figura com apelo público sem o peso do sobrenome.
De acordo com a análise de cenários, Bardella pode ser visto como candidato viável mesmo diante da resistência de setores centristas que costumam evitar alianças com a direita nacionalista. O potencial adversário da esquerda é Jean‑Luc Mélenchon, da França Insubmissa.
A imagem pública de Bardella ganhou reforço com uma comunicação que mistura modernidade e discurso sobre as dificuldades da “França profunda”, o interior do país. O apoio de fãs, com manifestações de apoio, é parte do cenário midiático ao redor do candidato.
No momento, pesquisas apontam Bardella com 32% das intenções de voto, Edouard Philippe com 17% e Mélenchon com 16%. A soma de forças ainda não sustenta uma vitória, mas o panorama pode mudar com novos desdobramentos políticos e eventos nacionais.
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