Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Senadores não podem retirar assinaturas da PEC da oposição contra a 6×1

Senadores não podem retirar assinaturas da PEC da oposição após protocolo; mudança é inviável, e apoio passa a recair sobre o texto do governo

Cleitinho, Romário e Zequinha Marinho não vão poder retirar assinaturas de PEC da jornada flexível
0:00
Carregando...
0:00
  • Senadores Cleitinho (Republicanos-MG), Romário (PL-RJ) e Zequinha Marinho (Podemos-PA) anunciaram a retirada de assinaturas da PEC da jornada flexível.
  • A regra do Senado impede que uma assinatura seja retirada depois da PEC estar protocolada; a fase já passou.
  • A PEC foi apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), e encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) há mais de dez dias.
  • Por isso, a retirada não terá efeito na admissibilidade ou no andamento da proposição; o posicionamento dos senadores se move apenas pelo voto.
  • Os três afirmam que, caso mudem de posição, apoiarão o texto do governo, que já foi aprovado pela Câmara e prevê dois dias de descanso semanal sem reajuste salarial.

Os senadores Cleitinho (Republicanos-MG), Romário (PL-RJ) e Zequinha Marinho (Podemos-PA) anunciaram que retirarão suas assinaturas da PEC da jornada flexível, apresentada pela oposição como alternativa ao fim da escala 6×1. Eles afirmam que vão votar a favor do texto do governo.

A medida enfrenta a regra do regimento interno do Senado, que não permite a retirada de apoio a uma PEC após sua protocolização. A proposta já foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) há mais de dez dias, o que inviabiliza a retirada anunciada.

Em nota enviada ao R7 Planalto, o Senado explicou que a retirada de assinatura nesse estágio não produz efeito processual direto, não afetando a admissibilidade nem o andamento da proposição, inclusive durante a votação em Plenário. Assim, a mudança de posição não altera o trâmite atual.

Cleitinho foi o primeiro a recuar e citou pressão nas redes sociais como motivação para a decisão. Romário e Zequinha confirmaram, também por meio das redes, que apoiarão o texto apresentado pelo governo, que já passou pela Câmara e prevê dois dias de descanso semanal sem reajuste salarial.

Mudança de posição não altera o andamento

  • A PEC da jornada flexível permanece sob análise da CCJ, ainda sem definição de relatório.
  • O governo sustenta que a medida é reformulação de ponto de descanso, sem impacto salarial.
  • O acordo entre partidos para o texto governista segue como opção de combate à agenda da oposição.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais