Após quase duas horas de debate, a CCJ da Câmara adiou novamente a análise da PEC da redução da maioridade penal. O adiamento ocorreu após o presidente da Câmara, Hugo Motta, abrir os trabalhos do plenário, o que inviabiliza a apreciação de matérias pelos colegiados.
A sessão registrou resistência tímida do PT, uma obstrução solitária do Psol e acusações da oposição contra aliados do presidente Lula. As investidas visam dificultar o avanço da proposta no curto prazo.
A oposição pretende explorar eventuais votos contrários da base governista para favorecer a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência. O movimento é visto como parte de estratégias eleitorais em meio ao cenário político.
Desdobramentos políticos
A prorrogação da análise da PEC mantém a agenda legislativa em suspenso e aumenta a expectativa sobre novos desdobramentos na Câmara. Lideranças avaliam próximos passos para viabilizar ou não a tramitação da proposta. O adiamento reforça a possibilidade de novas sessões para o tema.
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