Gloria Arizabaleta, presidente da Comissão de Investigação e Acusação da Câmara da Colômbia, foi denunciada por prevaricação à Corte Suprema de Justiça. A acusação envolve uma medida emitida pela deputada que autorizou a suspensão provisória do mandato do presidente Gustavo Petro.
A denúncia foi apresentada pelo ex-ministro da Habitação Luis Felipe Henao Cardona, que sustenta ter ocorrido ultrapassagem dos limites da função ao emitir a ordem de suspensão. A denúncia pede a abertura de inquérito criminal contra Arizabaleta.
A Corte analisará se abre investigação contra a parlamentar e se há necessidade de recolher o documento completo da apuração sobre Petro. A suspensão solicitada não está assegurada, segundo juristas, pois dependeria de aprovação no colegiado e na Câmara.
Detalhes da denúncia e desdobramentos
Segundo a denúncia, a medida teria impacto direto no mandato presidencial. Juristas afirmam que o procedimento não produziria efeitos sem aprovação adicional, conforme a Constituição colombiana.
A votação do segundo turno está marcada para 21 de junho, entre Abelardo de la Espriella, de direita, e Iván Cepeda, apoiado por Petro. O anúncio da denúncia ocorre no horizonte da disputa eleitoral.
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