O pastor Silas Malafaia reagiu às declarações da primeira-dama Janja da Silva, feitas durante o 4º Encontro Nacional de Evangélicos do PT, realizado em 8 de junho. Ele afirmou que as falas de Janja teriam sido distorcidas.
Durante o evento, Janja criticou Malafaia e o classificou como insignificante ao mencionar comentários sobre mulheres associadas à esquerda que se identificam como evangélicas. Ela ressaltou a necessidade de ampliar a participação de lideranças religiosas alinhadas ao campo progressista nas igrejas.
Um dia após as falas, Malafaia respondeu em entrevista à Folha, dizendo que sua observação tratava da falta de liderança e de representatividade das participantes dos encontros, e não de pessoas como indivíduos. Segundo o pastor, há diferença entre expressão pública e insignificância.
Contexto do posicionamento
Malafaia citou que a crítica não pretendia desqualificar mulheres específicas, mas apontar a ausência de expressão pública de determinadas lideranças. O pastor enfatizou ainda que a expressão pode variar conforme o âmbito — casa, família ou igreja. Afirmou que há deturpação para denegrir sua mensagem.
Repercussão e isolamento de termos
A discussão envolve o uso de termos para identificar influência dentro do espectro religioso. Janja defendeu maior protagonismo de religiosos progressistas, enquanto Malafaia sustenta que a avaliação deve considerar o alcance público. Não houve anúncio de novas medidas ou declarações oficiais adicionais.
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