Nos arredores do Estádio Azteca, na Cidade do México, houve confronto entre manifestantes e policiais durante a abertura da Copa do Mundo de 2026. O protesto, pela justiça para desaparecidos, aconteceu antes e durante a partida entre México e África do Sul.
Grupos de professores, familiares de desaparecidos e estudantes participaram do protesto, mas encontraram forte segurança. Algumas barreiras foram removidas, gerando tensão antes do jogo. Suspeitos confrontos ocorreram entre manifestantes e agentes.
O confronto envolveu uso de gás lacrimogênio pela polícia, cavalaria e provocação de vidros estilhaçados em veículos oficiais. Apesar da pressão, dezenas de milhares de torcedores entraram no público da praça próxima ao estádio.
Contexto político e protestos
Manifestações de um setor dissidente de sindicalistas da educação questionam políticas de educação e previdência do governo da presidente Claudia Sheinbaum. Um aumento de 10% prometido em maio de 2025 foi considerado insuficiente pela direção do sindicato.
A medida pretendia vigorar a partir de setembro de 2026. Autoridades classificaram os protestos como provocação de grupos radicais, atribuídos a interesses de fora do movimento.
Dados da Copa e turismo
A Copa do Mundo é organizada conjuntamente com Estados Unidos e Canadá. O governo estima a presença de cerca de 5 milhões de turistas internacionais durante o torneio. As informações de segurança foram divulgadas para justificar o planejamento logístico.
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