Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Senado aprova política de recuperação da Caatinga, que já está em vigor

Lei sancionada cria o programa nacional de recuperação da Caatinga e define atuação conjunta entre União, estados e municípios

Photo
0:00
Carregando...
0:00

A Caatinga ganhou um programa nacional de recuperação de sua vegetação. A lei que trata do tema foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 13. Já está em vigor a Lei 15.430, de 2026.

A norma institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria o programa com o mesmo nome. A origem do texto está no PL 1.990/2024, apresentado pela ex-senadora Janaína Farias, atual prefeita de Crateús (CE), município da Caatinga. A proposta foi relatada pela senadora Leila Barros.

A Caatinga é um bioma único, exclusivo do Brasil, que ocupa quase 11% do território. O clima é seco, com longos períodos de seca, o que eleva o risco de desertificação e impactos sociais e ambientais na região.

O QUE DIZ A LEI

Entre as diretrizes, a lei prevê atuação articulada entre União, estados, municípios e atores não governamentais. O objetivo é formular e implementar políticas públicas para recuperar e usar de forma sustentável os recursos do bioma.

As ações abrangem combate à desertificação, mitigação dos efeitos da seca e prevenção ao desmatamento. Também incluem capacitação de recursos humanos e desenvolvimento tecnológico para a conservação.

A participação da comunidade local na recuperação de áreas degradadas é outro pilar da política, segundo a norma. Instrumentos de ação consultados pela legislação envolvem diferentes esferas públicas.

TRAMITAÇÃO

O Senado aprovou o texto inicialmente, que seguiu para a Câmara. Lá, foram realizados ajustes, gerando retorno ao Senado para apreciação final. A relatora Leila Barros rejeitou o polêmico Fundo da Caatinga.

A senadora sustentou que o fundo criaria despesas obrigatórias sem observar requisitos legais. Ela apontou que a Constituição veda fundos públicos para objetivos que podem ser executados diretamente pela administração federal.

Barros ressaltou que a versão aprovada pelo Senado já continha as regras necessárias para a implementação da política de recuperação do bioma. A Lei 15.430/2026 entra em vigor com esse arcabouço.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais