O TRE de São Paulo mantém a força da condenação do prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), por associar o chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ao PCC. A defesa busca a confirmação da pena em segunda instância.
O relator, juiz Claudio Pereira, defendeu a manutenção da pena de seis meses e 25 dias de detenção, em regime aberto, além de uma multa. A prefeitura não se pronunciou sobre o andamento do processo.
O julgamento foi interrompido na quinta-feira, 11, logo após o voto do relator, pela juíza Maria Cláudia Bedotti, que solicitou mais tempo para análise. A acusação envolve difamação e ataque à honra do chefe de gabinete da Presidência, segundo a decisão.
Segundo a decisão, Yamauchi afirmou during debate eleitoral de 2024 que Marcola lidera o PCC, insinuando envio irregular de verba para Diadema. A acusação sustenta que o prefeito ofendeu a dignidade da autoridade, vinculando-a a organização criminosa amplamente conhecida.
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