Glauber Braga (PSOL-RJ) voltou à Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 16 de junho de 2026, após cumprir seis meses de suspensão de mandato. O parlamentar chegou com uma lista de pedidos para apurar condutas de outros congressistas e avaliar desdobramentos de investigações em curso.
Um dos primeiros movimentos foi solicitar à corregedoria da Câmara que examine a operação da Polícia Federal ligada ao uso de cota parlamentar. Entre os alvos, está Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Braga pediu esclarecimentos sobre a aquisição de serviços e a destinação de recursos.
Outra frente envolve a servidora Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. Braga acionou o ministro Flávio Dino, do STF, para apurar atos relacionados ao orçamento secreto e a atuação de Fialek em emendas parlamentares, segundo o parlamentar, mesmo com apurações em andamento.
Desdobramentos e próximos passos
O deputado também cobrou o andamento de processos envolvendo colegas ligados a um motim registrado na Câmara. Suspensões temporárias de mandato foram aprovadas pelo Conselho de Ética, mas recursos ainda tramitam na CCJ e no plenário, segundo Glauber Braga.
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