O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que criticou a decisão dos EUA de classificar facções brasileiras como terroristas, já havia defendido em 2007 que ações do Comando Vermelho deveriam ser tratadas como terrorismo e combatidas com firmeza. A fala ocorreu no dia da posse do seu segundo mandato.
No discurso, Lula apontou que a violência ocorrida no Rio de Janeiro no final de 2006, que deixou 18 mortos, não poderia ser tratada como crime comum. Segundo o então govero estadual, as ações tinham atuação terrorista e exigiam resposta contundente do Estado.
A defesa de 2007 ocorreu em meio a tensões com milícias e confrontos entre facções, com possíveis ligações a lideranças presas. O episódio se deu no contexto de atos violentos envolvendo ônibus incendiado e ataques a espaços públicos segundo registros da polícia da época.
Contexto histórico
O tema envolve disputas entre facções como CV e PCC, além de milícias, com impactos na segurança pública. Em 2007, a posição de Lula foi apresentada no Palácio do Planalto, em momentos de grande instabilidade.
Repercussões e desdobramentos
Pouco tempo depois, o governo americano reiterou que CV e PCC movem milhares de membros e atuam além das fronteiras brasileiras. A diplomacia brasileira afirmou não ter alterado sua visão sobre o tema.
Plano externo e interno
A discussão também envolve a relação com governos estrangeiros. Em mensagens oficiais, o Planalto destacou que o Brasil combate o crime organizado sem abrir mão de soberania. A trajetória de ações do Brasil contra o crime organizado é acompanhada por leis em vigor.
Cenário atual
Lula participa da cúpula do G7 em Evian-les-Bains, na França, em meio a tensões comerciais com os EUA. Em discurso recente, o presidente defendeu cooperação internacional para enfrentar o crime transnacional, mantendo o respeito à soberania nacional.
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