O The Donald J. Trump e John F. Kennedy Memorial Center for the Performing Arts, em Washington, recebeu ordem judicial para remover o nome do presidente dos EUA da fachada na madrugada de sábado. A intervenção ocorreu após Trump ter acrescentado o nome ao prédio em dezembro, apesar de ações legais contestando a mudança.
Uma multidão de cerca de 200 pessoas se reuniu do lado de fora para pedir a retirada, segundo o Washington Post. Enquanto isso, andaimes e uma lona continuam ocultando a fachada para o público, deixando residentes e visitantes sem a vista do que seria a nova nomenclatura.
O juiz federal Christopher Cooper havia decidido em 29 de maio que Trump não poderia alterar o nome do centro nem fechar o local para remodelações, após críticas de preservacionistas. A decisão também impediu o fechamento do espaço para reformas. A controvérsia envolveu várias ações legais movidas por associações de preservação.
Em 4 de junho, membros do Kennedy Center receberam um memorando para iniciar a retirada do nome de Trump das sinalizações, papéis timbrados e assinaturas de e-mail, com prazo para remover a identificação da fachada até 12 de junho. A remoção, porém, ocorreu apenas na manhã de sábado, alguns minutos além do previsto.
Nova etapa de financiamento e governança
Poucos dias após a remoção, a diretoria do Kennedy Center, presidida por Trump, aprovou a criação de uma nova dotação financeira em seu nome. A medida complementa o financiamento já existente, incluindo fundos federais de cerca de 257 milhões de dólares destinados à renovação do prédio.
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